Cada nova manhã parece ser apenas mais um prenúncio de uma lenta passagem dos segundos, caindo vagarosamente na ampulheta do tempo!
A cada segundo acrescenta-se mais um lamento, um impropério a ninguém dirigido mas reclamando de um ser superior, senhor do destino e razão única e suprema para a entediante caminhada anunciada pelo despertar indidferente do Sol!
E se por um dia, o nascer do sol fosse apenas e só um novo começo!
Um dia ainda não escrito, uma caminhada nunca realizada, um livro jamais lido!
Um simples presente...
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