
Estamos na comemoração do centenário da República Portuguesa. Cem anos é idade para já ter juízo ou por outro lado não ter juízo algum e evidenciar já largos momento de senilidade.
Aliás parece ser essa a faceta da República Portuguesa nos momentos correntes. Tudo parece ter perdido a pouca sensatez ainda restante neste recanto ibérico onde Ulisses terá um dia aportado mas de onde lestamente terá partido, sinal de sensatez da parte do grego e também de crónica senilidade lusitana.
Neste rectângulo com dois retalhos adjacentes de repente todos parecem ter perdido o tino, trocando prioridades lógicas por preocupações anedóticas.
E neste ambiente vive o país qual Roma na vertigem do declínio. Só ignoramos de onde virão os bárbaros embora se adivinhe a relutância destes em se aproximarem deste cabaret de faz de conta.
Aliás parece ser essa a faceta da República Portuguesa nos momentos correntes. Tudo parece ter perdido a pouca sensatez ainda restante neste recanto ibérico onde Ulisses terá um dia aportado mas de onde lestamente terá partido, sinal de sensatez da parte do grego e também de crónica senilidade lusitana.
Neste rectângulo com dois retalhos adjacentes de repente todos parecem ter perdido o tino, trocando prioridades lógicas por preocupações anedóticas.
E neste ambiente vive o país qual Roma na vertigem do declínio. Só ignoramos de onde virão os bárbaros embora se adivinhe a relutância destes em se aproximarem deste cabaret de faz de conta.
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